Por Adeildo Nascimento Filho

O juiz nazista Roland Freisler durante o julgamento de Helmut Moltke disse uma frase que ficou célebre no mundo todo. Ao comparar o nazismo com o cristianismo Roland disse: “Nós e o cristianismo só temos uma coisa em comum: exigimos a pessoa toda!”.

Olho para esta frase e tento fazer um paralelo com o cristianismo que vivemos hoje. São tantas vozes, discursos, defesas e ataques de como os cristãos devem se portar numa sociedade pós-moderna relativista e cheia de sincretismos religiosos, que me parece que Roland talvez pensaria duas vezes em pronunciá-la novamente. Por quê? Talvez Roland não encontre mais um “cristianismo” que exija a pessoa toda.

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Por Marcos Batista Lopez

Vivemos em uma sociedade pós-modernista que está sendo assolada pelo relativismo.

Primeiramente devemos saber o que é relativismo. Segundo o dicionário Aurélio seria: “teoria filosófica que se baseia na relatividade do conhecimento.” Já ouvimos por diversas vezes frases como esta: “Ah isto é relativo!”. Ou seja, as pessoas deste século são em grande parte relativistas, acreditam que não existem verdades absolutas. Os romanos ficavam encolerizados diante da simples menção de que Cristo estava acima dos outros deuses – ou, ainda, de que nenhum outro deus sequer existia. Para eles, era insuportável, tanto do ponto de vista político quanto religioso, a insistência cristã de haver um só redentor legítimo disposto a vir salvar a humanidade.

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Por Leonardo Gonçalves


Não gosto de falar “grego” quando o assunto é teologia. Detesto ter que usar os jargões teológicos, acessíveis apenas aos iniciados. Me alegro cada vez que consigo pregar sobre expiação, justificação e regeneração sem usar nenhuma dessas palavras.

Acontece que alguns jargões estão entrando na moda, principalmente depois que o John Piper retuitou um texto do Justin Taylor, no qual o maior ícone emergente da atualidade, o pastor Rob Bell, é acusado de ensinar o “Universalismo”. Assim que saiu a propaganda do livro, Mark Driscoll, Joshua Harris e outros pastores estadunidenses excomungaram o Rob Bell no Twitter.

Mas afinal, o que é esse tal universalismo, e porque ele é tão perigoso?

Universalismo é a crença que afirma que todas as pessoas serão salvas por Deus. Em sua versão filosófica, ele apela para as emoções humanas e insinua que um Deus bom jamais enviaria as pessoas para o inferno. Já a versão teológica está fundamentada na má interpretação de alguns textos bíblicos.

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Por Leonardo Gonçalves

Não, eu não tenho a resposta definitiva para essa questão. Na verdade, estou longe de ter a palavra final neste tipo de diálogo. Mesmo assim, quero iniciar esta discussão, crendo que outras pessoas – algumas muito mais capacitadas que eu – poderão também comentar este ponto, tomando parte neste importante debate.

Vejo em nossos dias certa preocupação em alguns pastores – principalmente a liderança mais jovem – em estabelecer para o futuro uma igreja que entenda e respeite as diferenças culturais, promovendo um intercambio cultural sadio. A preocupação com os temas sociais também aumentou, e o eco de Lausanne ressoa timidamente no Brasil, com três décadas de atraso. Finalmente, visionários começam a enxergar a possibilidade de termos uma igreja que expresse o amor de Deus aos homens de forma plena, prática, integral.

Neste caminho, porém, há certos riscos que precisam ser evitados para não cair na cilada de, no afã por ser relevante, acabar assimilando tudo de ruim que o secularismo e o pós-modernismo geraram. Dentre os perigos que encontramos neste emocionante caminho, destaco alguns que são os mais comuns:

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Por Leonardo Gonçalves

Segundo o portal Igreja Emergente [www.igrejaemergente.com.br], uma igreja emergente é basicamente “um movimento cristão onde as pessoas buscam viver sua fé em um contexto social pós-moderno”. Cunhada no final da década de 90, a terminologia se aplica aquelas comunidades que tem como principal marca a propagação do evangelho dentro das diferentes culturas urbanas.

O movimento já vinha ganhando projeção no Brasil, propagado principalmente através de blogs e sites na internet, mas obteve maior impulso após a publicação do livro “Ortodoxia Generosa”, de autoria de Brian Mclaren.

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