Por Silas Alves Figueira

Muitos líderes não tem nenhuma vergonha na cara de fazer chacota com as crises que as pessoas estão passando. Muitos se aproveitam desse momento de fragilidade, seja na área emocional, profissional, familiar, na saúde para brincar com a fé dessas pessoas e arrancar delas tudo o que elas têm. Primeiro lhes arrancam o dinheiro, depois lhes arrancam a fé e por fim leva essas pessoas a total bancarrota espiritual.

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Por Robson T. Fernandes

Apesar de alguns anos na estrada às vezes ainda me surpreendo com algumas coisas que não deveria. Me surpreendo com uma série de práticas que são aceitas, avultadas, incentivadas, cultuadas e propagadas no meio denominado evangélico. Muitas coisas ainda me surpreendem. Por exemplo: 

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Por Thiago Ibrahim

Hoje trago para vocês um comentário sobre um livro da Bíblia que não costumo ver exposto na igreja: o livro do profeta Malaquias. A leitura mais atenciosa desse livro me fez buscar conhecer o contexto do profeta, as pessoas para quem escreveu, além de me fazer refletir muito sobre o que é ser um líder separado por Deus e a tamanha responsabilidade que decorre dessa função.

O livro de Malaquias é o último dos profetas menores. Ele é dividido em 4 capítulos e fecha o Antigo Testamento, tendo sido escrito por volta do ano 430 a.C. O profeta Malaquias foi contemporâneo de Esdras e Neemias, no período pós-exílio  na Babilônia. O profeta foi usado por Deus na condução dos israelitas da apatia religiosa ao retorno aos princípios da lei. Os temas tratados na obra são o amor de Deus, o pecado dos sacerdotes, o pecado do povo e a vinda do Senhor. O objetivo deste texto é falar sobre um tema muito relevante para os dias de hoje: o pecado dos sacerdotes.

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Por Marcelo Berti

Em 28 de Agosto de 1963 nos degraus do Lincoln Memorial em Washington D.C., Martin Luther King proferiu um discurso que defendia a integração e relacionamento inter-racial nos Estados Unidos que ficou internacionalmente conhecido como “I have a dream” (Eu tenho um sonho). O sonho de Martin Luther King era fundamentado no sonho americano de liberdade e igualdade, no qual descendentes de escravos e filhos de donos de escravos pudessem viver em harmonia, de modo que as crianças pudessem viver em uma nação que não julga o cor da pele, mas pelo conteúdo do seu caráter. Seu sonho alimentou centenas de milhares de pessoas ao redor do mundo, e seu discurso inflamou outras centenas de milhares na luta pela igualdade e liberdade ao redor do mundo. Seu sonho foi revolucionário, e ainda hoje é desafiador.

Entretanto, Martin Luther King não é o único que tem um sonho: Eu também tenho um sonho. Um sonho fundamentado nas escrituras e no desejo do próprio Deus; um sonho que reflete a intenção divina em organizar a mais importante instituição do planeta, a igreja; comprada pela vida de Seu Filho e fundada por seu ministério, a Igreja de Cristo é a esperança do mundo.

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Por João Rodrigo Weronka

Chegamos ao fim da série de artigos Neopentecostalismo Cartoon. Recordando de modo rápido, falamos sobre relativismo (A Fuga das Galinhas), dominação em massa e modismos (Pink e o Cérebro), falsa piedade e ingenuidade (O Fantástico Mundo de Bobby) e coronelismo e endeusamento de líderes (O Caminho para El Dorado).

Falei sobre problemas crônicos presentes no meio nepentecostal, mas que não são restritos a este movimento. As causas dos problemas são muitas, mas sem dúvidas a mais evidente é a ausência de um compromisso real e profundo com o conhecimento das Escrituras Sagradas.

Fato é que vivemos uma crise de identidade na eclesiologia e teologia, fruto da semente do relativismo e da fácil abertura que as igrejas dão para modinhas. A novidade (que nem é tão nova) é a propagação da Teologia Relacional (Teísmo Aberto) por lideranças renomadas.

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Depois que escrevi o primeiro texto da série Antídoto, fiz uma pausa em minha vida virtual para testar até que ponto eu estava sendo fiel aos princípios ali elencados. Creio que ser fiel a Deus e ao chamado dele para nossas vidas é essencial para se tratar de um assunto como estes. Também tenho dedicado meu tempo a observar os padrões e as formas da igreja contemporânea, sempre em oração e buscando discernir o que há de errado com a igreja evangélica. Obviamente que o que escrevo aqui não é norma absoluta de verdade e reconheço que posso ser refutado em um ou outro ponto. No entanto, o texto que segue é um exercício sincero do sentimento do meu coração, fruto do desejo de ver uma igreja sã, que embora imperfeita, glorifica a Deus neste mundo e não se esconde da sua missão de ser sal e luz.

Por Leonardo Gonçalves

Que a igreja brasileira não está vivendo o seu melhor momento, não é nenhuma novidade. Basta pesquisar a palavra “igreja” no Google para se dar conta do quanto a instituição carece de integridade e doutrinamento. No entanto, creio que apenas criticar os novos rumos do cristianismo tupiniquim, com seus pastores-apóstolos, profetas mercenários e pregadores cheios de estrelismo, não ajuda a resolver o problema. Obviamente, sei reconhecer o valor de uma crítica bem articulada, mas desprezo a atitude de quem somente destrói sem edificar nada no lugar, apenas pelo prazer de ver os escombros. A agressividade de quem só ataca sem oferecer uma resposta satisfatória à problemática eclesiástica e a hostilidade de quem aponta o problema, mas é incapaz de (tal como Neemias) ser a resposta ao próprio clamor é tão reprovável quanto a conduta dos mercadores da fé. Em síntese, tal atitude redunda em hipocrisia e grande desejo de aparecer às expensas daqueles que são objeto da sua fúria voraz.

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Bart D. Ehrman e seu confronto com as Escrituras. [via @napecnet] http://t.co/5iM2XCLn