Por Johnny T. Bernardo

No artigo anterior comentamos algo sobre as contradições envolvendo a verdadeira identidade de José Miranda. Observamos as diferenças entre ele e o verdadeiro salvador da humanidade. Nesta segunda parte de “O Anticristo portoriquenho na mira da justiça”, daremos continuidade ao que propomos na análise anterior.

Em 1973, segundo dados do próprio Ministério Creciendo en Gracia, José Miranda disse ter recebido uma “revelação”, segundo a qual foi-lhe dito que ele era o Messias reencarnado e que deveria combater os inimigos de Deus. Acontece que passados 15 anos (isso em 1988), Miranda se levantou contra a “revelação” anterior e passou a se apresentar como a “reencarnação” do apóstolo Paulo. Isso mostra quão confuso e distante estava Miranda do verdadeiro Evangelho. Se ele era mesmo Jesus, por que tanta confusão quanto a sua verdadeira identidade? Pelo o que sabemos dos evangelhos, Jesus jamais se confundiu no que dizia respeito a sua relação com o Pai e missão no mundo. Miranda parece ser um “cristo” confuso, porque ora se identifica com Jesus, ora com Paulo. Parece que os efeitos da heroína ainda permanecem em seu subconsciente, tal as discrepâncias de identidade. Mas não para por aí.

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[O poder do engano - Parte 1]

Por Marcos Batista Lopes

Ao tratar da história da Confissão Positiva, é importante observar que a fé cristã é uma religião tolerante. Porém esta mesma tolerância não pode ser pecaminosa, omitindo erros e admitindo doutrinas contrárias à Bíblia. Muitos evangélicos acreditam, por exemplo, que se citarmos os nomes daqueles que não andam conforme a Palavra de Deus, estamos deixando de ser tolerantes, o que não é verdade. Explicando sobre este parecer posso afirmar que ao contrário da cosmovisão que se intensifica na mente dos cristãos evangélicos deste tempo, as Escrituras nos alerta que são muitos os enganadores que viajam pelo mundo (2 Jo 7-8), assim como o Mestre Jesus recomenda para termos cuidado com os falsos profetas (Mt7.15;24.4). Devido à mentalidade pós-moderna, parece ser inadmissível se referirmos a uma religião ou líder religioso de uma maneira negativa apresentando seus erros e contradições. Infelizmente esta mentalidade anti-cristã é aceita por inúmeros líderes evangélicos em nossos  dias. O que devemos observar é que Jesus Cristo, assim como os apóstolos denunciavam pelo nome os que prejudicavam a Igreja  que contribuíam para o afastamento da verdade. Os líderes cristãos que não eram sinceros e não ensinavam a verdade do evangelho  deveriam ser denunciados  (Gal. 2.11; 1Tm 1.19,20;  2Tm 2.16-18;  2Tm 4.10,14).

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Para desespero dos que acreditam que José Luiz de Jesus Miranda é mesmo a reencarnação de Jesus, há inúmeras denúncias de enrequicimento ilícito e problemas conjugais envolvendo o líder portoriquenho. Essas denúncias foram trazidas à tona pelo jornal Miami Herald, que investigou a fundo o Ministério Cresciendo em Gracia, organização essa fundada em 1986 por Miranda. Tais denúncias põem em cheque uma vez por todas as pretensões de Miranda, pois revelam fatos até então desconhecidos do público em geral e dos seguidores da seita. Há uma brindagem no sentido de impedir que tais informações cheguem ao conhecimento de brasileiros e colombianos, povos alvos no trabalho de proselitismo na América do Sul.

Por João Rodrigo Weronka

É curioso observar como algumas igrejas evangélicas tem facilidade em aceitar novidades. E é triste verificar a falta de empenho dos cristãos em observar as Escrituras e analisá-las com sensatez e cuidado. Triste também é saber que poucas são as igrejas que motivam seus membros ao estudo sistemático da Bíblia, ao aprofundamento teológico, a formação de grupos de estudo e discussão sobre as doutrinas cristãs e que verifiquem na Bíblia se as coisas realmente são como é pregado. Aliás, não é pecado analisar se os ensinos e a pregação estão em conformidade com as Sagradas Escrituras (Atos 17.10-11).

Dentro desta miscelânea de revelações e novidades que temos observado, é importante expressar-se sobre o caráter das revelações: 1) as revelações nunca deverão ser colocadas acima da Bíblia. A Bíblia é a palavra final e autoridade máxima, já que se trata da inerrante Palavra de Deus; 2) Se a revelação está em desconformidade com a Bíblia, descarte imediatamente tal revelação. Deus não é Deus de confusão (1 Coríntios 14.33) As experiências pessoais não podem ser colocadas acima das Escrituras Sagradas, pois estas já contêm a revelação do propósito de Deus ao homem.

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