No artigo anterior comentamos algo sobre as contradições envolvendo a verdadeira identidade de José Miranda. Observamos as diferenças entre ele e o verdadeiro salvador da humanidade. Nesta segunda parte de “O Anticristo portoriquenho na mira da justiça”, daremos continuidade ao que propomos na análise anterior.
Em 1973, segundo dados do próprio Ministério Creciendo en Gracia, José Miranda disse ter recebido uma “revelação”, segundo a qual foi-lhe dito que ele era o Messias reencarnado e que deveria combater os inimigos de Deus. Acontece que passados 15 anos (isso em 1988), Miranda se levantou contra a “revelação” anterior e passou a se apresentar como a “reencarnação” do apóstolo Paulo. Isso mostra quão confuso e distante estava Miranda do verdadeiro Evangelho. Se ele era mesmo Jesus, por que tanta confusão quanto a sua verdadeira identidade? Pelo o que sabemos dos evangelhos, Jesus jamais se confundiu no que dizia respeito a sua relação com o Pai e missão no mundo. Miranda parece ser um “cristo” confuso, porque ora se identifica com Jesus, ora com Paulo. Parece que os efeitos da heroína ainda permanecem em seu subconsciente, tal as discrepâncias de identidade. Mas não para por aí.


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