
Porque, onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração. (Luc 12:34)
Jesus atingiu alvo em cheio. Eis aqui a fonte de todos os desejos, a mola propulsora de todas as atitudes e ações do ser humano. Aquilo que é mais precioso aos olhos do homem é realmente aquilo que o motiva a fazer o que faz.
O nosso coração é ávido por eleger um rei. Dizemos que isto decorre da fome de eternidade, a centelha divina, que é própria de cada pessoa. Mas tendo o homem caído no pecado, a sua busca nunca encontrará ao Deus verdadeiro. Como diz a Palavra em Romanos 1.25, trocamos a verdade de Deus pela mentira, e adoramos e servimos a criatura antes que o Criador.
Este soberano das nossas vidas pode ser o nosso “eu”, na busca de prazeres carnais – hedonismo -, bens e riquezas, trabalho, cônjuge, filhos; ou deuses estranhos, que, no fundo, servem para satisfazer um ou mais dos itens anteriores. Observe que muitos usam inclusive o Deus cristão – o verdadeiro Deus – como um servo para obter todas as coisas citadas antes. Jesus Cristo é apenas uma outra espécie de ‘garçom’, que por fim é um meio para alcançá-las. Lucas 12.30 afirma que os homens descrentes é que procuram tudo isto.
Entretanto, o Senhor sabe que precisamos delas. E a orientação que Deus dá é “não temais” (Lc 12.32). Antes, Ele pede que ajustemos o nosso foco: buscar o Seu reino em primeiro lugar e não se preocupar. Um coração convertido procurará o Pai e herdará todas as riquezas da Sua glória (Fl 4.19), que nunca se perderão. Mas aquele que o rejeita, terá toda a vida para conseguir coisas que serão, por fim, destruídas pela corrupção e tomadas por outros (Lc 12.33).
Salomão teve aquilo que todo homem mundano procura: riquezas, honra, poder, glória. Mas, ao fim de sua vida, viu que tudo era aborrecimento, vão e vaidade (Ecl 1). Concluiu seus escritos dizendo: “Teme a Deus, e guarda os Seus mandamentos; porque isto é o dever do homem” (Ecl 12.13).
O fim supremo e principal do homem é glorificar a Deus (Rm 11.36; I Co 10. 31), e gozá-lo para sempre (Sl 73. 24- 26; Jo 17. 22- 24). Para isto foi criado: para serví-lo. Glórias, portanto, ao Senhor de toda a terra que nos resgatou para uma nova e viva esperança!
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creio que muitos se baseiam (abusam) do texto: “…o filho do homem não veio para ser servido…”
somos servos de Cristo? ou insistiremos em “pedir” coisas (“eu profetizo”, versão assembleana; “eu determino”, determinisimo autêntico).
precisamos redefinir nossas idéias, amores e crenças. certamente a leitura da Bíblia toda, todos os anos, é uma arma fatal pra auxílio nisto
Deus abençoe a todos. Shalom
Robson de Santana
cpl. evangélico
http://www.doutoresdealmas.org
Caro Robson,
A Paz do Senhor, peço ao você que se possível não generalize a questão do profetizo como sendo assembleiano, como se todos os assembleianos fossem iguais, “maças de manobra”, eu por exemplo sou assembleiano. Porém, se a Palavra de Deus, me diz que eu sendo fiel, estando ligando na videira verdadeira que é Cristo, e em Nome de Jesus o que eu pedir e for da vontade Dele, Ele fará.
Fique na Paz do Senhor.
Olá, amados.
No tocante a grupos, usei a Assembleia, por eu habitar lá há quase duas décadas: sei bem do que vejo e falo. Não há porque qualquer tipo de mágoas! A Palavra é clara em exemplos: quando oramos, devemos arrematar “que se faça a vontade de Deus”, “se o Senhor quiser”, “se for do agrado do Pai”, “cremos que deus poderá fazer tal coisa”… Dizer eu profetizo, é sim, infelusmente, copiar o modelo determinista, com outros termos.
SE Deus houvesse revelado, de fato, e de verdade algo para o orador, ele deveria também ser simples, e usar os modelos bíblicos: “Deus me disse”, “eu ouvi Deus falar”, “recebi uma mensagem do E. Santo”…
SE nada fora revelado, lamento muitíssimo, mas isso é imitar um péssimo hábito forçando a barra! Ou Deus é nosso garson, ou oramos esperando NELE, ou ele nos REVELOU algo de fato, ou estamos mandando NELE e forçando que os ouvintes nos vejam como ‘profetas’.
Isso é ou não determinismo? No mínimo, é um modismo desamparado biblicamente. Amo muito reuniões de oração, quando Deus quer ele me dá visões ou revelações. A experiência me move aos alertas. O povo de Deus tem dado muito crédito aos re-te-tés. Voltemos à rudimentos da Palavra. Nunca se vê um discípulo ou profeta dizer : “vou profetizar”, “eu profetizo”. Ele simplesmente diziam “Deus disse”, “assim diz o Senhor”… ESTE é o ponto.
Shalom